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Institucional

Um centro cultural completo à beira-mar, em Ipanema, com cinema, teatros, galeria de arte e museu, a Casa de Cultura Laura Alvim (CCLA) foi inaugurada em 12 de maio de 1986. O imóvel havia sido doado ao Governo do Rio de Janeiro em 1983, através da Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (FUNARJ), seis meses antes da morte de Laura.

A CCLA iniciou suas atividades como espaço multicultural com um teatro, um cinema, um auditório para palestras, uma galeria de arte destinada a exposições, lançamentos de livros e discos e três salas de aula para cursos da área artística e cultural. Hoje, funciona com dois teatros (Teatro Laura Alvim e Teatro Rogério Cardoso), três salas modernas de cinema com excelente programação,  uma galeria de artes e salas de aula para cursos de teatro.

Antes mesmo de ser transformada em centro cultural, a Casa já era ponto de encontro de artistas como Tônia Carreiro, Fernanda Montenegro, Camila Amado e o grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone (integrado por futuras estrelas, dentre elas Regina Casé e Luis Fernando Guimarães), que ensaiavam na casa, com a presença constante da anfitriã, Laura Alvim.

 

Missão: Ser um centro cultural de preservação da memória de Laura Alvim, com o intuito de contribuir para a difusão da cultura em diversas linguagens e manifestações artísticas.

Visão: Ser reconhecido como um espaço de fomento da cultura do Brasil e do mundo, proporcionando ao público experiências interativas de conhecimento e de lazer.

Valores:
Excelência
Articulação
Inovação
Criatividade
Sustentabilidade
Acessibilidade
Interatividade

A CCLA em cumprimento ao disposto no Decreto-lei 5296 de 02 de dezembro de 2004, já considera em sua infraestrutura atual, acessibilidade do público PCD dentro de suas dependências. Porém, pretende ampliar a questão para demais serviços da Casa.

Neste sentido, a acessibilidade, nesta acepção do termo, será compreendida na CCLA a partir de três aspectos fundamentais:

· 1º Acessibilidade programática: Referente às maneiras encontradas pela instituição para que todos tenham acesso às programações oferecidas em diversas linguagens e, ainda, a garantia do oferecimento de programações especificamente pensadas para pessoas com deficiência, também consideradas em sua diversidade.
· 2º Acessibilidade arquitetônica: Referente ao trabalho constante de readequações do espaço físico do CCLA, na busca por torná-la 100% acessível, compreendendo desde a garantia dos lugares reservados previstos em lei em todos os espaços de atividades da instituição, até a existência de piso tátil e plataformas de acesso.
· 3º Acessibilidade atitudinal: Referente ao treinamento constante e sensibilização de funcionários para receber as pessoas com deficiência e atendê-los adequadamente de modo a garantir seus direitos de acesso e seu acolhimento.

Diretora
Renata Monteiro de Souza

Gerente de Programação
Cheyenne Pereira

Assessoria Administrativa e Operacional
Fátima Silveira

Assistentes
Magali Outeiro
Fátima Conceição

Coordenadora de Logística 
Dulce Porto

Coordenador de Teatros
Fernando Alves

Diretor de Palco
Magno Myller

Assistentes
Ronaldo Siqueira
Maxwell da Silva
Natália Moreira

Bilheteria
Márcia Fernandes

Portaria
Jairo Cesar Miranda
Luiz Carlos do Amaral

Construído pelo médico Álvaro Alvim entre 1906 e 1910, o imóvel ocupado pela CCLA é uma das poucas casas que restam na orla. Originalmente, no final do século XIX e início do século XX, após os loteamentos em Ipanema, o bairro era ocupado por casas térreas ou sobrados.

Hoje uma raridade no bairro, a Casa possui estilo colonial com toques de pós-modernidade. Sua arquitetura é atração no endereço mais valorizado da orla. Quando Laura Alvim realmente começou as primeiras obras, elaborou, ela mesma, o projeto das reformas e o resultado foi uma grande mistura de estilos. Mesmo assim, a Casa mantém até hoje seu charme em meio à modernidade urbana da orla do bairro.

Laura Alvim

Nascida, em Botafogo, no dia 2 de novembro de 1902, Laura Agostini de Villalba Alvim, conhecida como Laura Alvim, foi a primeira mulher a escrever seu nome na história de Ipanema. Filha do médico Álvaro Alvim, introdutor do raio-X no Brasil, e neta do caricaturista republicano e abolicionista Angelo Agostini, fundador da Revista Ilustrada e do jornal O Cabrião – , Laura cresceu num ambiente de cultura.

Após a morte do pai, dedicou sua vida à arte, incentivando novos artistas. Aos poucos, foi transformando o lugar onde morava em um centro cultural. Mulher à frente de seu tempo, Laura queria ser atriz, mas sua família nunca o permitiu. Resolveu fazer desta frustração um estímulo: construiu nas dependências da casa um palco, onde declamava e encenava para amigos, promovia encontros entre veteranos e jovens artistas, sempre incentivando a cultura. Além disso, abriu as portas da Casa para as companhias ensaiarem peças teatrais.